Confira os assuntos do Destaque VM Especial de Natal:
http://redeglobo.globo.com/tvverdesmares/destaquevm/
domingo, 22 de dezembro de 2013
sábado, 16 de novembro de 2013
Brinquedo inteligente vira febre entre os pequenos
Se você tem filhos pequenos, com certeza já ouviu falar no "Furby", um bichinho redondo, da cara estranha, mas que já cativou a meninada.
Confesso que, como mãe, não vejo muita graça no tal bicho, mas já a minha filha....!
*Leiam a reportagem abaixo, e tirem as suas conclusões:
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Robô de pelúcia fala, solta pum, não desliga e vira bicho de estimação
GABRIELA VALDANHA
BRUNO MOLINERO
DE SÃO PAULO
BRUNO MOLINERO
DE SÃO PAULO
"É como se você cuidasse de um cachorro, mas é um robô", explica Rafaela de Mello, 9. No seu colo está Bolinha, seu Furby, brinquedo eletrônico que virou bicho de estimação para algumas crianças.
Ele é uma espécie de robô peludo que canta, solta pum, arrota e fala palavras em diferentes línguas. No Brasil, tem um preço nada amigável. Custa R$ 400 e, por isso, muitos compram ou encomendam o norte-americano, que custa em torno de US$ 50 (R$ 116).
Criado em 1998 (em uma versão menos tecnológica), ele voltou a ser produzido em 2012. Na nova versão, dependendo de como a criança usa o brinquedo, ele desenvolve uma das cinco "personalidades" pré-programadas. Ele também interage com um aplicativo de celular e tablet. Comidas arrastadas na tela em direção ao brinquedo fazem o bicho abrir a boca. Com carneirinhos virtuais, ele dorme.
*Leia mais:
http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2013/11/1371755-robo-de-pelucia-nao-desliga-e-e-tratado-como-bicho-de-estimacao-por-criancas.shtml
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Quer ser milionário? Faça engenharia!
A dica vem desta matéria, publicada pela revista Exame:
Os diplomas que formam mais milionários; Engenharia é o 1º
Carlos Slim, o atual homem mais rico do mundo, comprova o ranking da WealthInsight: ele é formado em engenharia civil; veja quais cursos formam os mais ricos
domingo, 20 de outubro de 2013
Insetos Cientistas
Confirmando a tese da vovó: inseto, prevê chuva!
É o que afirma uma equipe de cientistas.
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Legenda: Besouro foi um dos insetos que mudou o comportamento na iminência de uma chuva (crédito: Divulgação)
É o que afirma uma equipe de cientistas.
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Legenda: Besouro foi um dos insetos que mudou o comportamento na iminência de uma chuva (crédito: Divulgação)
Esqueça a mocinha do tempo. Quer saber se vai chover, observe o comportamento dos insetos. Pode demorar um pouco para entender a lógica, mas é batata: se eles pararem de namorar, é porque vem chuva por aí.
A descoberta foi feita por um grupo de pesquisadores brasileiros e canadenses que publica o trabalho na edição desta quinta da revista PLoS One. A pesquisa com todo o jeitão de Ig Nobel — a paródia do Nobel que destaca estudos “que primeiro fazem rir e depois pensar” – testou a ideia de que os animais, na natureza, sabem quando o tempo vai mudar.
Trabalhando com três ordens distintas de insetos (besouros, pulgões e mariposas), os cientistas observaram que eles modificam seu comportamento de acasalamento quando ocorre uma alteração na pressão atmosférica — um sinal iminente de chuva ou ventania que meteorologistas conhecem há bastante tempo. A equipe, liderada pelo entomólogo José Maurício Simões Bento, da Esalq/USP, observou que, se a pressão cai, os bichos param tudo o que estão fazendo, provavelmente para buscar algum lugar para se esconder.
A mudança foi observada tanto em condições naturais quanto em um experimento controlado. No primeiro caso, conta Bento, os pesquisadores ficavam acompanhando as condições atmosféricas do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) e, quando a pressão caía ou subia, eles observavam os insetos. Os testes também eram repetidos em condição de pressão estável, para controle.
Usando um “olfatômetro”, instrumento que mede a resposta de insetos a odores, os pesquisadores viram que machos de besouro da espécie Diabrotica speciosa expostos a feromônios das fêmeas mostravam menos movimentos e interesse sexual quando a pressão caía.
Em outro grupo, viram que mesmo em contato com as fêmeas, machos não se esforçavam muito na côrte, e mesmo no acasalamento eram mais rapidinhos, sob pressão atmosférica em queda, o que pode ser explicado como um senso de morte iminente. Para o pesquisador, a perda do interesse antes de uma tempestade pode ser uma adaptação evolutiva que reduz a probabilidade de se ferir ou morrer.
Também foi avaliado o comportamento das fêmas em atrair os machos. E tanto para as mariposas quanto para os pulgões, houve redução do chamado e, por consequência do acasalamento, quando a pressão mudava.
A prova definitiva veio com o experimento controlado. Na Universidade de Western Ontario, no Canadá, os pesquisadores conseguiram repetir os experimentos dentro de uma câmara barométrica, onde era possível controlar a pressão, e os resultados foram semelhantes.
“O fato de três espécies tão distintas terem apresentado essa mudança no comportamento sexual diante de alterações na pressão do ar nos permite generalizar e dizer que todos insetos têm essa capacidade de detectar a alteração e responder a um potencial mau tempo”, afirma Bento. “Como estavam em laboratório, os nossos insetos só ficavam parados, mas na natureza, ao perceber que o tempo vai virar, eles se escondem e conseguem sobreviver às condições adversas.”
Ele diz acreditar que esse comportamento pode ocorrer em vertebrados e que a metodologia desenvolvida com a câmara barométrica pode servir para que o experimento seja replicado com outras espécies.
A descoberta foi feita por um grupo de pesquisadores brasileiros e canadenses que publica o trabalho na edição desta quinta da revista PLoS One. A pesquisa com todo o jeitão de Ig Nobel — a paródia do Nobel que destaca estudos “que primeiro fazem rir e depois pensar” – testou a ideia de que os animais, na natureza, sabem quando o tempo vai mudar.
Trabalhando com três ordens distintas de insetos (besouros, pulgões e mariposas), os cientistas observaram que eles modificam seu comportamento de acasalamento quando ocorre uma alteração na pressão atmosférica — um sinal iminente de chuva ou ventania que meteorologistas conhecem há bastante tempo. A equipe, liderada pelo entomólogo José Maurício Simões Bento, da Esalq/USP, observou que, se a pressão cai, os bichos param tudo o que estão fazendo, provavelmente para buscar algum lugar para se esconder.
A mudança foi observada tanto em condições naturais quanto em um experimento controlado. No primeiro caso, conta Bento, os pesquisadores ficavam acompanhando as condições atmosféricas do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) e, quando a pressão caía ou subia, eles observavam os insetos. Os testes também eram repetidos em condição de pressão estável, para controle.
Usando um “olfatômetro”, instrumento que mede a resposta de insetos a odores, os pesquisadores viram que machos de besouro da espécie Diabrotica speciosa expostos a feromônios das fêmeas mostravam menos movimentos e interesse sexual quando a pressão caía.
Em outro grupo, viram que mesmo em contato com as fêmeas, machos não se esforçavam muito na côrte, e mesmo no acasalamento eram mais rapidinhos, sob pressão atmosférica em queda, o que pode ser explicado como um senso de morte iminente. Para o pesquisador, a perda do interesse antes de uma tempestade pode ser uma adaptação evolutiva que reduz a probabilidade de se ferir ou morrer.
Também foi avaliado o comportamento das fêmas em atrair os machos. E tanto para as mariposas quanto para os pulgões, houve redução do chamado e, por consequência do acasalamento, quando a pressão mudava.
A prova definitiva veio com o experimento controlado. Na Universidade de Western Ontario, no Canadá, os pesquisadores conseguiram repetir os experimentos dentro de uma câmara barométrica, onde era possível controlar a pressão, e os resultados foram semelhantes.
“O fato de três espécies tão distintas terem apresentado essa mudança no comportamento sexual diante de alterações na pressão do ar nos permite generalizar e dizer que todos insetos têm essa capacidade de detectar a alteração e responder a um potencial mau tempo”, afirma Bento. “Como estavam em laboratório, os nossos insetos só ficavam parados, mas na natureza, ao perceber que o tempo vai virar, eles se escondem e conseguem sobreviver às condições adversas.”
Ele diz acreditar que esse comportamento pode ocorrer em vertebrados e que a metodologia desenvolvida com a câmara barométrica pode servir para que o experimento seja replicado com outras espécies.
*Fonte:
http://blogs.estadao.com.br/ambiente-se/insetos-meteorologistas/
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Solidariedade na Rede
Imagine poder ajudar crianças desaparecidas, a reencontrarem suas famílias?
Pois uma ação solidária organizada no Facebook, pretende dar apoio, para que isso aconteça.
Como?
Veja na matéria publicada pela Revista Exame:
São Paulo - A nova "onda" no Facebook é colocar fotos da infância. Com a proximidade doDia das Crianças (12 de outubro), a moda tomou conta da rede.
Para participar, basta acessar o site www.perfildesaparecido.com, escolher entre as diversas fotos de crianças desaparecidas disponível no banco de dados da ONG Mães da Sé – entidade sem fins lucrativos, que congrega familiares e amigos de pessoas desaparecidas – e colocar a imagem em seu perfil.
A ação, que conta com direção de criação de Carlos Domingo, tem como foco viralizar as fotos - atingindo o maior alcance de pessoas possível - e traz como conceito "Quer colocar uma criança no seu perfil do Facebook? Coloque uma que precisa ser vista".
*Leia mais:http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/que-tal-colocar-foto-de-crianca-desaparecida-no-facebook
domingo, 29 de setembro de 2013
Cuidado com o que você posta no Facebook
Cuidado para não se empolgar muito, na hora de escrever um post no Facebook.
A dica é: seja discreto.
Separamos um material publicado no Portal FBDE NEXION, bastante interessante, veja:
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O Youpix fez uma lista dos 6 tipos de posts que mais incomodam na rede social, que reproduzimos abaixo. Vale lembrar que não há modo correto de usar o Facebook e você pode continuar fazendo o que faz, caso se encaixe nos perfis abaixo, mas saiba que há pessoas incomodadas com isso.
- A frase misteriosa
- A frase misteriosa
É aquele post feito sobre a vida pessoal do usuário, sem nenhum tipo de detalhamento, publicado de forma aleatória, de modo que absolutamente ninguém sabe do que se trata. É um desabafo misterioso e deixa vários com a pulga atrás da orelha. Pode ser uma indireta, uma celebração, ou apenas uma reclamação sobre alguma coisa que ninguém nunca vai saber qual é.
- Quando o privado vira público
- Quando o privado vira público
Evite expor momentos privados e pessoais para toda a sua timeline. Quando for chamar algum amigo para sair, converse com ele por Inbox. Quando for agradecer aos companheiros pela companhia em alguma festa, Inbox. Este tipo de informação não acrescenta em nada para quem não tem ligação com o post.
- Querido diário
- Querido diário
O Facebook não é seu diário. Você não precisa postar tudo o que faz para todos os seus contatos verem, principalmente porque a maioria deles não quer saber o que você fez durante o seu dia. Apenas faça suas coisas, você não precisa divulgar que foi ao banheiro.
- Casais felizes
- Casais felizes
Você não precisa esfregar na cara de todos os seus contatos como você tem um relacionamento feliz com sua namorada ou seu namorado. A maioria, inclusive, preferia que você não fizesse isso. Curtam seus momentos, em vez de ficar publicando desnecessariamente no Facebook. Gabar-se do namoro é desnecessário.
Leia mais:
Portal FBDE NEXION . 6 tipos de posts que você deve evitar fazer no Facebook
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